Royal Oak Openworked 2026 amplia tradição esquelética da Audemars Piguet
Divulgação/Audemars Piguet
A linha Openworked da Audemars Piguet recebe novas variantes em 2026, reforçando o papel dessa abordagem dentro do portfólio da marca e sua relação com a expressão técnica do Royal Oak.
As versões apresentadas mesclam materiais e acabamentos que ressaltam a arquitetura interna dos movimentos, tratando a esqueletização não apenas como estética, mas como parte essencial da construção mecânica.
O que significa “openworked” para o Royal Oak
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A esqueletização sempre esteve entre os traços mais técnicos e expressivos da coleção Royal Oak, desde as primeiras interpretações até as versões atuais. Ao expor e reduzir visualmente os elementos de movimento, a Audemars Piguet convida o observador a enxergar não apenas o tempo que passa, mas a complexidade que o torna possível.
Novas execuções e calibres
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As referências de 2026 introduzem o calibre openworked 7139 em modelos Royal Oak e Code 11.59, ambos com tratamento esqueletizado que permite uma leitura mais direta da arquitetura interna do mecanismo. O Royal Oak apresentado combina caixa e elementos de titânio com Bulk Metallic Glass (BMG) polido, criando um contraste sutil entre superfícies e profundidades visíveis através do mostrador transparente.
O movimento automático 7139, integrado às variantes openworked, opera com frequência tradicional de 28 800 VpH e reserva de marcha aproximada de 55 horas, reforçando a intenção da marca de unir expressão mecânica e desempenho contínuo.
Leitura visual e técnica
Nos modelos Openworked, a ausência de um mostrador convencional transforma o relógio em um objeto mecânico evidente. Cada ponte, roda e componente exposto revela acabamento e escopo de trabalho que desafiam a estrutura convencional de entedimento das funções. Em muitos casos, o uso de subdials transparentes e escalas integradas cria uma sensação de profundidade e funcionalidade alinhada ao design clássico do Royal Oak, com seus códigos de luneta octogonal e pulseira integrada.
Posicionamento dentro da coleção
Essa atualização não representa apenas mais variantes decorativas, mas evidencia uma leitura técnica da esqueletização como parte essencial da identidade da linha. A decisão de aplicar esse tratamento, agora com movimentos contemporâneos e materiais técnicos como titânio e BMG, sugere que a Audemars Piguet vê nesses modelos um papel duradouro na coleção, conectando tradição, inovação de materiais e transparência mecânica.
Dentro do cenário atual de relógios de luxo esportivos, o novo Royal Oak Openworked mantém a tradição da esqueletização enquanto amplia o diálogo entre o design e a engenharia, reforçando a relevância dessa abordagem para entusiastas que valorizam profundidade técnica e leitura mecânica aberta.
Preço e disponibilidade
Preço: CHF 121,600 (Jumbo), $103,000 (Yellow Gold)
Disponibilidade: Boutiques da Audemars Piguet

