Audemars Piguet Neo-Frame Jumping Hour traz leitura minimalista e arte mecânica em 2026

Divulgação/Audemars Piguet

Em 2026, a Audemars Piguet amplia sua experimentação com linguagem de tempo apresentada em formatos não convencionais. A coleção Neo-Frame, que já vinha explorando geometria e composição visual, recebe agora o modelo Jumping Hour, uma peça que traduz a hora em formato digital mecânico sem abrir mão da identidade técnica e estética da marca.

Formato e leitura do tempo

Divulgação/Audemars Piguet

O Neo-Frame Jumping Hour propõe uma maneira diferente de ler as horas: em vez de ponteiros tradicionais, a indicação de horas é feita por meio de um disco saltante (jumping hour) que se revela em uma janela central no mostrador. Minutos e segundos são apresentados por ponteiros tradicionais, criando um híbrido entre a leitura digital mecânica e a linguagem clássica de relógios mecânicos.

Essa solução não é apenas um artifício estético. A indicação de hora saltante exige construção específica no movimento, algo que historicamente aparece em peças altamente especializadas e que, no contexto atual, reforça a capacidade técnica da manufatura em abordar formatos menos convencionais sem comprometer precisão ou coerência mecânica.

Design e composição visual

Divulgação/Audemars Piguet

A caixa segue os códigos contemporâneos da Audemars Piguet, com proporção que favorece presença no pulso sem exageros e acabamento que combina superfícies polidas e escovadas de forma precisa. A janela do jumping hour domina a leitura frontal, posicionada de modo a criar foco visual imediato, enquanto os ponteiros tradicionais ressignificam a experiência de leitura do tempo.

A ausência de complicações adicionais não deve ser interpretada como simplicidade funcional. Pelo contrário, a proposta minimalista amplifica a atenção à indicação de horas e ressalta a engenharia do jumping hour em si, um recurso raro em relógios mecânicos modernos.

Movimento e construção técnica

Divulgação/Audemars Piguet

No coração do Neo-Frame Jumping Hour existe um calibre automático projetado para acomodar esse sistema de indicação. A adoção do disco saltante demanda construção específica que garante precisão e clareza na mudança de hora, um desafio mecânico que apenas algumas manufaturas abordam com consistência.

A disposição do movimento e a abertura do mostrador foram pensadas de forma a valorizar a interação entre disco de hora saltante e os ponteiros de minutos e segundos, criando um cenário em que a mecânica se torna parte essencial da experiência visual.

Uma leitura contemporânea do tempo

O Neo-Frame Jumping Hour percorre uma via diferente daquela vista em peças tradicionalmente complicadas ou esteticamente ornamentadas. Ele propõe um encontro entre arte mecânica e leitura funcional, sem recorrer a múltiplas funções, mas investindo em uma interpretação que une clareza, surpresa e tradição.

Dentro da produção recente da Audemars Piguet, essa peça indica um interesse por formatos menos explorados e por soluções que desafiam expectativas sem abrir mão da lógica de construção relojoeira. Em outras palavras, o jumping hour não está ali por decoração, mas como uma tradução legítima da passagem do tempo.

Preço e disponibilidade

O Neo-Frame Jumping Hour foi apresentado em edição que combina materiais nobres e acabamento refinado, com preço sugerido na faixa de CHF 51.000 (ajustado conforme variantes e mercado) e disponibilidade prevista ao longo de 2026 nos canais oficiais da Audemars Piguet.

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